Decoração Quarto de Bebê

A gravidez nos proporciona diversos momentos mágicos e a hora de decorar o quartinho do bebê é um deles. Deixamos algumas inspirações para você soltar a imaginação e preparar uma recepção linda para o seu bebê.

















Cuidado com produtos diet e light na gravidez

Assim que a gravidez é confirmada, logo dá início a uma batelada de preocupações por parte da futura mamãe. Por mais que a mulher saiba que inevitavelmente vai ganhar peso nessa fase, ela sempre tenta manter à risca o item “não engordar muito”. São nesses momentos de controle na balança que as mulheres cometem um erro perigoso: usar sem conhecimento produtos diet e light achando que vai manter a forma. A utilização incorreta dos lights e diets, além de não ajudar a emagrecer, pode trazer riscos à saúde da mulher.
Para começo de conversa, a grande maioria das pessoas desconhece o significado de “diet” e “light”. Vamos explicar primeiro o sentido dessas duas expressões para depois dimensionar possíveis riscos na gravidez.
Engana-se quem pensa que um alimento ou bebida diet é aquele que “não tem açúcar”. Nem sempre é assim. Nos produtos dietéticos é cortado um ou mais nutriente (não necessariamente o açúcar). Às vezes um alimento pode ser rotulado de dietético porque foi cortado o sódio, e não o açúcar.
No caso dos lights há diminuição de até 25% dos nutrientes normalmente presentes no alimento ou bebida normal. Seria como uma versão mais “suave” do original e novamente não obrigatoriamente será o açúcar que será diminuído na versão light, poderá ser o sódio, por exemplo.
Refrigerante - Vamos citar como exemplo o refrigerante. Muitos bebem refrigerante diet ou light acreditando que está se livrando do açúcar.
De fato o açúcar é cortado do refrigerante (diet). Mas para compensar a ausência da glicose (açúcar), a concentração de sódio aumenta bastante. E isso não é nada bom durante a gravidez. O excesso de sódio pode aumentar a retenção de líquido no corpo da mulher e, principalmente, elevar a pressão arterial, além de riscos de lesões nos rins e fígado. Alguns refrigerantes diet já estão diminuindo o a quantidade sódio, mas é preciso ficar atento.
“As gestantes não devem beber nenhum refrigerante, seja diet, light ou normal. Mas se for beber, é preferível o refrigerante normal do que o diet, pois o normal tem menos sódio. O refrigerante diet seria indicado apenas às mulheres com diabetes gestacional”, frisa o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli, autor do livro “Gestação, Mitos e Verdades Sob o Olhar do Obstetra”.
O ideal é que a grávida leia atentamente os rótulos dos produtos diet e light, se informando qual ou quais elementos foram extraídos ou reduzidos da fórmula do produto.
Chocolate diet - Objeto de desejo das mulheres, principalmente no período menstrual, o chocolate é outro exemplo clássico de possível engano ao definir o que é diet. 
Muitas grávidas pensam a seguinte estratégia: “vou me entupir de chocolate, mas comerei o diet para não engordar”. Os chocolates diet, de fato, têm menos açúcar. Mas para compensar a falta do gosto doce do açúcar, o chocolate dietético tendo muito mais gordura do que o normal. 
Se não bastasse, o chocolate diet é tão calórico quanto o normal. Ou seja: pode provocar, sim, aumento de peso.
Evite adoçantes - Um conselho às futuras mamães: evite adoçantes, sobretudo nos três primeiros meses de gestação. O consumo exagerado de substâncias encontradas nos adoçantes pode provocar diarreia e aumento na taxa glicêmica. 
A Sociedade Brasileira de Pediatria, porém, informa que o aspartame (substância encontrada no adoçante) não traz riscos durante a amamentação, mas faz ressalvas à sacarina (outra substância encontrada no adoçante). 
“A gestante pode tomar café, mas é recomendado com açúcar ou sem açúcar. Nada de adoçante. E não se deve beber café à noite, porque pode prejudicar o sono dela e dar refluxo”, ressalta Domingos Mantelli.
Estudos ainda são poucos conclusivos sobre o real efeito negativo que o adoçante pode causar durante a gravidez. 
É importante que a mamãe consulte profissionais da área de saúde para ter conhecimento dos alimentos que devem ou não usar na gravidez. O que vale para uma pode não valer para outra. E lembre-se: atividades físicas são fundamentais para uma gravidez saudável.
Fonte: site http://www.guiadobebe.uol.com.br/

COMO FOTOGRAFAR GESTANTES

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Seguindo as dicas e orientações abaixo, vocês serão capazes de conseguir fotos maravilhosas e eternizar este momento tão especial na vida das mulheres.
Programe-se:
A época ideal para fazer seu ensaio de gestante é entre o sétimo e oitavo mês de gestação. Neste período a gestante já está com uma barriga redondinha e saliente e ainda não está tão inchada. Então, aproveite!

A escolha das peças que farão parte das fotos

Roupas e acessórios
As roupas mais básicas, tanto quanto aos modelos quanto às cores, são as que funcionam melhor. Camisas e calças jeans, por exemplo, costumam funcionar bem. Separe tops que deixem a barriga à mostra, que modelem e valorizem bem os seios. Quanto aos acessórios prefira também os mais básicos: a ideia é não exagerar na quantidade de informação e manter o foco na gestante. 
Objetos para compor as fotos
Separe também, algumas peças representativas, como, por exemplo, o sapatinho do bebê, brinquedinhos fofos, enfeite da porta da maternidade, etc... Escolha objetos que se harmonizem com as roupas e acessórios que você separou para o ensaio. 
Presença do pai
Incluir o papai na foto é sempre uma ótima ideia. A presença masculina contribui para uma composição mais rica e permite um momento íntimo entre os dois – o que tira o foco da lente do fotógrafo e acaba virando um momento do casal. Assim todo mundo fica mais descontraído.
Beneficie-se da natureza
Fotografias ao ar livre, em parques ou praias, por exemplo, são excelentes opções. Lembre-se apenas de estar atenta à luminosidade e ao clima para evitar desconfortos. O começo da manhã e o fim da tarde são agradáveis nos dois aspectos.
















Cuidando dos Dentinhos

Engana-se a mamãe que acha que deve se preocupar com a limpeza da boca e dos dentes do bebê só depois que os dentinhos surgem na boca. Pior ainda são as mães que acham que dentes de leite não precisam de cuidados, pois têm vida curta.
Os dentes de leite são sim importantes e merecem todo o cuidado. São eles que guiam o nascimento dos dentes permanentes, que abrem os espaços para a dentição posterior e são essenciais para uma boa mastigação e para a fala.
Os primeiros dentes nascem ao redor do sexto mês de vida, mas a limpeza da boca deve começar antes, com uma gaze ou fralda molhada em água filtrada, passe por toda a boca da criança, limpando gengiva, bochechas e língua.
Assim, desde pequenina a criança se acostuma com a intervenção na boca, não dando trabalho quando começar a ir ao odontopediatra e com hábitos orais corretos.
Fase pré-escova - Cada idade tem um jeitinho de fazer a limpeza da boca do bebê. Logo que os dentinhos nascem, a gaze ou fralda é substituída por uma dedeira. Da dedeira, a escova de dente infantil já é recomendada. O fio dental é recomendado assim que os primeiros dentes surgem.
O uso de creme dental só deve ser usado sob orientação do odontopediatra, que indicará quando e qual creme usar, já que para os pequenos não pode conter flúor devido à imaturidade da deglutição - a criança ainda não está suficientemente preparada para engolir todo o flúor que, em excesso, pode fazer mal à saúde dos dentes permanentes.
Cárie de mamadeira - Existe um mal que acomete cerca de 60% das crianças de até três anos de idade e que pode ser evitada com algumas atitudes: a cárie de mamadeira, provocada principalmente pela alimentação noturna da criança (seja o leite materno ou não) seguida do sono sem a devida higienização.
A saliva tem uma ação protetora dos dentes e ajuda a manter a boca limpa, mas durante o sono, a quantidade de saliva diminui, favorecendo a rápida instalação da cárie.
A cárie de mamadeira provoca muita dor e ataca todos os dentes da criança em um curto espaço de tempo, provocando mau hálito, deficiência na mastigação e na fala, além de ficar com uma estética feia. Se a mamãe observar manchas brancas opacas nos dentinhos do seu filho, leve imediatamente ao dentista. Essa machinha é o início da cárie.
Outros fatores que provocam a cárie de mamadeira são o uso excessivo de açúcares na alimentação da criança e o hábito que algumas mamães têm de adoçar a chupeta para acalmar o bebê e fazê-lo dormir.
Como a cárie é ima doença infecciosa, isto é, passa de pessoa para pessoa, evite assoprar a comida da criança, dividir o mesmo talher ou beijar a sua boca, pois se estiver com cárie, pode contagiar a criança.
Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/higiene-bucal-mesmo-sem-os-dentinhos

Dicas para decoração do quartinho do bebê


Qual mãe não gostaria de preparar um lindo quarto para o nenê que chega ao mundo? Mas cuidado para não exagerar na extravagância. O bebê precisa sim de um ambiente aconchegante, e não um lugar cheio de cores.
Pode parecer exagero, mas nada como uma mãe mal informada para gastar mais do que deve com acessórios inúteis e objetos que só acumulam pó no quarto. Para evitar isso:
  • Converse com outras mães que já tiveram bebês sobre o que realmente usam no dia-a-dia. Valeu a pena investir em uma linda colcha para o berço? É verdade que precisa ter dois kits de protetores para revezar um enquanto o outro lava? 
  • Tire as medidas do espaço que tem, incluindo porta e janelas. Esse é um erro bem comum que pode custar muito caro. Já pensou comprar uma prateleira para enfeitar e chegar na hora H a peça não caber na sua parede? Ou então o quarto ficar tão apertado que nem dá para andar direito lá dentro sem esbarrar nos móveis? 
    Tenha noção do que cabe no quarto. Se você não sabe medir, peça ajuda para alguém ou vá fazer uma consultoria sem compromisso em uma loja especializada, onde normalmente funcionários vão até a sua casa para tirar todas as medidas.
  • Dê uma olhada em revistas de decoração e veja o que você gosta e o que não gosta. Além das fotos, muitos dos artigos das revistas apresentam a planta dos quartinhos para que você possa entender como tudo foi planejado. 

    Claro que mundo de revista é perfeito, o que definitivamente não acontece na vida real, mas aproveite para se inspirar nas soluções originais e naquelas coisas que só mesmo os profissionais pensam. Veja um exemplo de dica profissional: não cabe uma mesinha do lado da poltrona de amamentação? Dá para inventar um bolso na própria poltrona, para caber a mamadeira, paninho ou garrafinha de água. 

    Adapte um detalhe diferente para o seu espaço, como um abajur mais decorado ou uma pintura de parede em uma cor que você nem sabia que ficaria bom. 

O essencial para o quarto do bebê é o berço, cômoda (para ser utilizada como trocador e guarda-roupa) uma poltrona para amamentar, cesta para suporte, lixeira e uma iluminação adequada.




Entenda o Teste do pezinho. E o do olhinho; da orelhinha...


Veja as doenças que cada um desses exames pode prevenir

Logo que nasce, o bebê passa por uma batelada de exames para verificar se a saúde está perfeita. São testes simples, mas que ajudam a verificar a presença de doenças graves congênitas (ou seja, que nasceram com o baby) e má-formações que podem prejudicar a vida do pequeno.

Quando antes o problema for detectado, mais cedo começa o tratamento e melhores tendem a serem os resultados. O pediatra Austregésilo da Silva, que atende na emergência e na UTI do Hospital Infantil Joana de Gusmão, esclareceu pra a gente como esses testes são feitos e o que o médico procura em cada um.

Exame clínico
Ainda na maternidade, logo após o nascimento, o pediatra irá realizar o chamado exame clínico. É a primeira vez em que será auscultado o coração e examinados pulmão, crânio, boca, períneo e umbigo do bebê, para garantir que esteja tudo certo.

Conforme a criança for se desenvolvendo, nas consultas periódicas o pediatra pode solicitar exames de urina, fezes e sangue, que detectam a presença de infecções e doenças como verminoses.

Teste do pezinho
É um exame simples, que deve ser realizado nos primeiros dias de vida do bebê. Basta um pequeno corte no calcanhar ou na mãozinha para coletar um pouco de sangue. Detecta se a criança:

Ø  É portadora de fenilcetonúria (doença caracterizada pela falta da enzima que metaboliza o aminoácido fenilalanina, presente em vários alimentos, e que pode causar lesões irreversíveis no sistema nervoso central);

Ø  Sofre de hipotireoidismo congênito (deficiência na produção de tiroxina, um hormônio necessário para o desenvolvimento normal do organismo);

Ø  Tem anemia falciforme (tendência das células vermelhas do sangue alterarem seu formato sob certas condições, o que pode provocar dificuldades de oxigenação e circulação);

Ø  Sofre de fibrose sística (deficiência na síntese de proteínas, o que dificulta a absorção de alimentos e causa infecções respiratórias).


É um teste gratuito, que pode ser realizado na maternidade ou nos postos de saúde públicos.
Existem testes do pezinho mais avançados, feitos por laboratórios particulares, que detectam até 40 doenças.

Teste da orelhinha
É realizado ainda na maternidade, tanto em hospitais públicos quanto particulares. O médico irá examinar o ouvido do bebê para detectar possíveis deficiências auditivas.

Do olho ou do brilho ocular
Verifica quais reflexos o bebê apresenta quando tem sua visão estimulada. A partir disso, pode ser detectado algum problema congênito ocular. A maior parte desses problemas, quando detectados a tempo, tem correção.

Se não tratados logo, alguns podem causar cegueira. Infelizmente, poucos hospitais públicos no Brasil oferecem este teste. Ele deve ser realizado nos primeiros dias após o nascimento do bebê, e pode ser feito em clínicas particulares, com um médico oftalmologista.




AMAMENTAÇÃO: VANTAGENS DO LEITE MATERNO

 
Para o bebê
·         A digestão é mais fácil e rápida;
·         O bebê recebe todos os alimentos e vitaminas que precisa;
·         Aumenta o contato afetivo entre mãe e filho;
·         Protege o bebê contra infecções;
·         Diminui o risco de diarreias, problemas respiratórios e alergias.

Para a mamãe
·         Perde peso mais rápido;
·         Diminui o risco de ter sangramento aumentado;
·         Amamentando só no peito, todas as vezes que o bebê quiser, ajuda a evitar uma nova gravidez;
·         Recompensa pelo desgaste emocional da gravidez e do parto.

Outras vantagens
·         É de graça e pronto para oferecer ao bebê;
·         Não azeda, nem estraga a mama;
·         Temperatura e quantidade certa para o bebê;
·         Não existe risco de mamadeira suja que pode causar diarreia;
·         Colabora com o meio ambiente (diminuindo o uso de embalagens).

Orientações gerais
1.       Quanto mais cedo o bebê sugar, mas rápida será a descida do leite;
2.       O bebê deverá mamar pela primeira vez na sala do parto;
3.       O bebê deve mamar quantas vezes desejar, sem hora marcada, isto é, livre demanda;
4.       O bebê mama em torno de 8 a 12 vezes por dia;
5.       Quanto mais vezes o bebê mamar, maior será a produção de leite;
6.       As mamadas noturnas são importantes para aumentar a produção de leite, pois a prolactina (hormônio) é produzida em maior quantidade a noite;
7.       O leite materno possui, no início da mamada, grande quantidade de água, saciando a sede do bebê. Ao final da mamada o leite é mais gordo, saciando a fome e fazendo com que o bebê ganhe peso;

COMO AMAMENTAR


·         Escolha uma posição confortável;
·         Encoste a barriga do bebê na sua;
·         Se precisar, segure a mama entre os dedos polegar e indicador (mão em forma de “C”);
·         Introduza todo o mamilo e parte da aréola na boca do bebê;
·         Os lábios inferior e superior devem estar voltados para fora (boca de peixe), esta é a pega correta;
·         Deixe o bebê mamar o quanto quiser, deixando esvaziar totalmente uma mama para depois oferecer a outra;
·         Para interromper a mamada coloque o dedo mínimo no canto da boca do bebê, até ele soltar;
·         Após a mamada, levantar o bebê apoiando a cabeça para arrotar;
·         Deite o bebê de lado direito ou de bruços;
·         Com a pega correta você não deve sentir dor para amamentar e não terá “rachaduras”;
·         Se o bebê não conseguir esvaziar toda a mama, realize a retirada manual do excesso de leite pressionando a aréola com o polegar e o indicador. O leite materno pode permanecer por 1 hora fora da geladeira, 24 horas na geladeira, 10 dias no congelador e 15 dias no freezer. Lave as mãos antes da retirada e coloque o leite num frasco fervido sem secar com pano ou toalha de papel.
·         Caso você venha a ter rachaduras, uso o próprio leite no mamilo (bico) e banho de sol até 10 horas direto no mamilo.

O LEITE MATERNO DEVE SER DADO AO BEBÊ ATÉ 2 ANOS DE VIDA, SENDO EXCLUSIVO ATÉ O 6° MÊS.


NÃO EXISTE LEITE FRACO!


O leite materno é o mais completo para o bebê e é de fácil digestão, enquanto que os outros leites tem uma digestão pesada e difícil. Por isso o bebê que mama outro leite tem um espaço maior entre as mamadas, não porque ele sustente mais, mas sim, porque é pesado demais.

Nem sempre o choro é sinal de fome, pode ser de frio, calor, fralda molhada , assadura ou cólica.

Mitos e verdades do parto normal: especialistas tiram dúvidas

Parto normal dói muito? Se o cordão umbilical ficar enrolado no pescoço do bebê preciso fazer cesariana? Essas e outras dúvidas com relação ao parto povoam a mente de mulheres grávidas – ou que pretendem ter filhos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que apenas 15% dos nascimentos sejam cirúrgicos. No entanto, a taxa nacional chega a 40%.

“Medo da dor, receio de não encontrar o médico na hora necessária ou sair durante a madrugada para a maternidade são alguns dos motivos que levam as mulheres a temer o parto normal”, diz Cássio Sartorio, ginecologista e obstetra do Centro de Fertilidade da Rede D’Or.

Para o ginecologista e obstetra Renato Sá, chefe de ginecologia da maternidade Perinatal Barra, “o mais importante é que o parto seja feito com o máximo de segurança para o bebê e a mãe”. A seguir, os especialistas tiram dúvidas frequentes sobre o parto natural.


1.    Parto normal dói mais do que cesárea

Mito, com restrições. “A dor existe nas duas situações, mas em momentos e por períodos diferentes. O pós-parto de uma cesariana é bem mais doloroso. Trata-se de uma cirurgia grande, onde são cortados nervos e diversos níveis de tecido. Os fios da sutura podem levar até seis ou sete meses para total absorção, levando a mulher a sentir fisgadas e formigamento na região”, diz Cássio Sartorio. Renato Sá lembra que a população de mulheres urbanas tem mais dificuldade para lidar com sensações dolorosas. “Hoje existem técnicas farmacológicas ou não para aliviar a dor. O simples fato de ter um acompanhante no momento do parto já traz mais conforto para a mulher”, completa.

2.  O corte no períneo, para facilitar a passagem do bebê, não é obrigatório

Verdade. “Chamado de episiotomia, este corte só é feito quando há indicação específica, já que a recuperação de mulheres submetidas a este processo tende a ser mais dolorosa”, diz Renato.

3.  O parto normal alarga o canal vaginal

Mito. “A vagina é um órgão elástico, preparado para o parto. Mulheres saudáveis e ativas, que seguem alimentação balanceada, com ingestão de proteínas, não precisam se preocupar”, diz Cássio. 

4. Se o cordão estiver em volta do pescoço do bebê, não poderei ter um parto normal

Mito, com restrições. De acordo com Renato, “essa constatação existe há apenas 40 anos, quando surgiu a ultrassonografia. Antes disso, não havia como saber. A verdade é que a taxa de mortalidade intraparto não diminuiu por causa deste diagnóstico. Além disso, existe uma ‘geleia’ espiralada em volta do cordão que dificulta a asfixia. Ou seja, a própria natureza criou artifícios para que o bebê não se enforcasse”. Cassio diz que “quando o cordão dá apenas uma volta no pescoço não há indicação obrigatória para cesárea. Se durante o trabalho de parto for avaliado que são muitas voltas e houver desaceleração dos os batimentos do bebê, levando ao que chamamos de sofrimento fetal, o procedimento cirúrgico pode ser a melhor opção”. 


5. Mulheres com quadris estreitos não poderão ter parto normal

Mito. “Geralmente, o bebê se adapta aos diâmetros da bacia. Mas somente o obstetra, através de exame específico, poderá avaliar a situação”, ressalta Renato.  

6.  O retorno às atividades é mais rápido em mulheres submetidas ao parto normal

Verdade. Segundo Renato, “quanto menor a lesão dos tecidos, mais rápida é a recuperação. Na cesariana há corte de enervação, o que torna a recuperação mais lenta e dolorosa. Em mulheres que tiveram parto normal, o retorno às atividades normais costuma acontecer após 45 dias”.

APRENDENDO A USAR O TRONINHO

Saiba como e quando ensinar seu filho a deixar as fraldas e aprender a usar o penico

Artigo publicado por Juliane Freitas
Dentre o tanto de coisas que precisamos ensinar aos filhos, como usar ao banheiro é uma bem crucial: o desfraldamento. Apesar de muitos pais não verem a hora de poder parar de trocar fraldas, pode parecer bem assustador e ser um pouco difícil descobrir se a criança está pronta para isso. Definitivamente, não é tão simples, pois cada criança vai ter seu próprio tempo, mas separamos algumas sugestões abaixo.
bebe no penico

A hora certa

As pessoas costumam entrar num consenso de que o tempo certo pra tirar as fraldas é quando a criança tem por volta de dois anos. Mas cada criança é diferente e tem seu próprio tempo. Se achar que seu filho não está pronto, talvez seja melhor esperar mais um pouco.

Quais são os sinais de que posso tirar as fraldas?

Existem sinais físicos, comportamentais e cognitivos de que seu filho pode estar pronto para aprender a usar o penico ou o vaso. Os físicos consistem na firmeza da criança para andar e correr e no intervalo de um xixi ou coco para outro. Se a criança faz mais xixi em menos vezes ao invés de fazer um pouquinho e muitas vezes e já faz cocô em horários mais previsíveis, podem ser sinais físicos que de você pode ter sucesso tentando tirar a fralda.
mae colocando o bebe no troninho
Há os sinais de comportamento também, como a capacidade de a criança de ficar sentada na mesma posição por entre dois e cinco minutos, abaixar e levantar as calças e costuma explicitar incômodo em ficar com a fralda suja. Observe se seu filho tem interesse ou demonstra resistência em usar um penico e se parece disposto a colaborar com novas tarefas. Por fim, há sinais cognitivos, que são perceptíveis através da capacidade da criança de seguir instruções simples, de definir alguma palavra para a hora em que tem vontade de fazer xixi ou cocô, ou mesmo passa a compreender os sinais do corpo para a hora de ir ao banheiro e aprende a segurar a vontade.

O que preciso providenciar?

Antes de desfraldar a criança, providencie um adaptador de vaso sanitário ou um penico. A vantagem do adaptador para o vaso é que não é necessário limpar o penico, mas no penico a criança pode ter mais facilidade para fazer cocô por estar com os pés no chão.

Espere e ajude a criança se adaptar

Aos poucos, tente fazer com que seu filho se acostume com o penico ou com o vaso, e não a force caso ela se recuse a fazê-lo. Esqueça o processo por um tempo e tente novamente em uma ou duas semanas. Quando ele já estiver acostumado com esses objetos, explique para ele que é lá que ele vai fazer as necessidades, assim como você faz. Você pode inclusive colocar o cocô da fralda no penico ou no vaso para mostrar pra ele que é lá o lugar dele. Explique também que depois disso é necessário higienizar as mãos e vestir a roupa. Lembre seu filho de que ele pode usar o penico sempre que precisar e tente deixá-lo á vista. No calor, deixar a criança circular sem roupas pode ajudar. Mas lembre-se de que, se você leva-la ao banheiro frequentemente sem que ela peça, ela não vai aprender a controlar e fazer as necessidades dela fora da fralda.
bebe fazendo a festa no penico
Em caso de acidentes, mantenha a calma, pois se irritar ou descontar na criança não vai ajudar. O desfraldamento noturno demora um pouco mais porque os músculos estão aprendendo o controle e o organismo pode demorar bastante até começar a despertar a criança durante a noite na hora de fazer xixi. Você pode começar a diminuir a quantidade de líquido que seu filho ingere antes de dormir para ajudar.
Lembre-se de tentar deixar tudo mais divertido, assim seu filho vai se sentir mais a vontade e vai querer cooperar com você!

Música Faz Bem para o seu Bebê

Saiba os benefícios que a música pode trazer ao seu filho

Muitos sãos os benefícios da música, em vários aspectos, tipos de pessoa e idades. Para crianças, no entanto, pode ser ainda mais interessante para seu desenvolvimento, tanto da fala quanto da coordenação motora, entre outros. Veja nesse post quais as vantagens de dar ao seu filho uma infância musical.
bebês tocando instrumentos

Como a música pode ajudar seus filhos

Como crianças aprendem experimentando e, principalmente, se movimentando, a música pode ajudar no desenvolvimento de uma série de habilidades, inclusive na coordenação motora, o que é uma ótima pedida para crianças de 1 a 3 anos de idade. Apesar disso, nunca foi comprovado que crianças que ouvem música desde pequenas ficam mais inteligentes como se costuma dizer por aí.
Além dos benefícios gerais, a música também pode ajudar a estreitar laços entre pais e filhos quando compartilhada nos momentos em família.

Que tipo de música é preferível para crianças?

As músicas que elas preferirem, inclusive as versões que vêm em brinquedos infantis. Muitos pais costumam preferir adquirir músicas infantis para seus filhos, mas mesmo que sejam crianças, essa está longe de ser a única opção. Existe uma variedade de gêneros musicais muito grande que vai hip hop à música erudita, e seu filho pode se interessar e se divertir com qualquer um deles. Talvez suas próprias músicas favoritas sejam uma boa opção — as mais lentas delas muito eficientes na hora de deitar.
bebê no teclado
Ouvir músicas leves e alegres pela manhã ou na hora de acordar pode deixar o humor do seu filho lá em cima, e crianças maiores costumam preferir músicas com letras que elas possam cantar também. Se você está por fora do que as crianças estão gostando mais, você pode pedir dicas para outros pais e na escolinha. Você pode tanto tocar discos para o seu filho quanto cantar com ele.

Instrumentos musicais ajudam crianças?

Sim, mas é indicado para aquelas que possuem, no mínimo, 3 anos de idade. Alguns estudos indicam que faz bem para o desenvolvimento do cérebro ter aulas de música, e a partir do 3 anos a parte do cérebro que é necessária para aprender música já está amadurecendo.
Alguns estudos realizados apontam que praticar atividades musicais como, por exemplo, aulas de piano, podem ajudar a sanar dificuldade que crianças venham a ter na escola, como dificuldade em cálculos matemáticos e leitura.
bebê & música

Preciso tomar cuidados?

Sim. Não dê fones de ouvido a seu filho, pelo menos, até que ele tenha 7 anos de idade. Utilizar fones de ouvido pode ser prejudicial para a audição dele, principalmente porque você pode não conseguir controlar o volume do aparelho de com que ele está segurando.
Não force seu filho. Apresente a ele essa forma de lazer, mas não coloque expectativas de que ele seja um gênio ou qualquer coisa parecida, pois isso pode pressioná-lo. Ter contato com a música e gostar dela já irá ajudar seu filho em diversos aspectos.

Ômega 3 e Crianças


A leitura exerce um papel importantíssimo na vida de todas as pessoas sendo essencial para a comunicação e sociabilização, portanto o desempenho das crianças nessa área é fundamental e merece muita atenção. Algumas delas podem apresentar dificuldades nessa área e estudos apontam que algo pode ajudar: o ômega 3. Veja a seguir.

 
importância do ômega 3 para a leitura da criança

O estudo

Realizado na Universidade de Oxorford, no Reino Unido, um estudo aponta que consumir ômega 3 pode ajudar no desempenho escolar de crianças, melhorando o desenvolvimento da leitura. 362 crianças saudáveis entre 7 e 9 cujo desempenho escolar era baixo receberam cápsulas diárias com 600mg de ômega 3 durante quatro meses. Todas elas obtiveram melhora nos testes que se seguiram a esse período.

O ômega 3

O ômega 3 é um ácido graxo (um tipo de gordura) presente em vários alimentos. Alguns tipos de peixe são os alimentos mais ricos em ômega 3, como a sardinha, o atum, o bacalhau, o cação e o salmão. Outros alimentos também possuem uma taxa de ômega 3, porém menor, como o azeite de oliva, a linhaça e seu óleo, o brócolis, a canola e a rúcula.
Alimentos com Ômega 3
Esse ácido graxo é importante para o desenvolvimento do cérebro, da retina e do sistema nervoso, e estudos indicam que ele pode ajudar no desempenho intelectual. Além disso, o consumo dessa substância ajuda a combater inflamações, diminuir o colesterol, prevenir doenças cardiovasculares, entre outros benefícios.

Na alimentação da criança

É claro que não dá pra alimentar seu filho com peixe, muito menos dar cápsulas de ômega 3, assim que ele nasce, portanto é importante que a mãe coma peixe tanto durante a gravidez quanto durante a amamentação. Na impossibilidade de amamentar o bebê, algumas fórmulas de leite infantis contém ômega 3 em sua composição. A partir do sexto mês de vida do bebê, é possível oferecer peixe a ele, mas com calma e aos poucos para verificar se ele não vai apresentar nenhum tipo de reação alérgica ao alimento.
leitura criança

Para incentivar a leitura

Além de influenciar a alimentação do seu filho, é interessante que você o incentive de outras maneiras, fazendo com que ele tenha contato com livros desde sempre, seja com você lendo para ele ou junto com ele antes de dormir quanto visitando bibliotecas e livrarias, estimulando seu gosto pela leitura, talvez até mostrando seu próprio gosto para dar a ele um exemplo.

Existe alguma restrição?

Alguns tipos de peixe possuem uma concentração relativamente grande de substâncias tóxicas como o mercúrio que, em altas doses, pode prejudicar o desenvolvimento do cérebro do bebê. Além disso, o mercúrio fica acumulado no corpo e demora a diminuir até ser eliminado. Se você está grávida ou amamentando e tenha o hábito de comer frutos do mar, elimine do seu cardápio: tubarão, peixe-espada, cavala e pirá. Enquanto isso, você não precisa necessariamente deixar de comer, mas deve diminuir o consumo de: atum, cação, robali listrado, badejo e marlim. Os peixes recomendados durante o período de gravidez e amamentação e às crianças pequenas que já ingerem alimentos sólidos são: sardinha, salmão, truta, arenque, pescada e cavalinha. Prefira salmão e truta de viveiros

Bumbum de Neném Sem Assaduras


Saiba o que fazer para prevenir assaduras no seu bebê

Artigo publicado por Juliane Freitas
assaduras no bumbum do bebê

O que são as assaduras?

As assaduras são uma espécie de dermatite (uma reação alérgica ou inflamatória na pele) causada pelo contato da pele com substâncias irritantes presentes na urina e nas fezes do bebê combinado à umidade, que propicia a absorção dessas substâncias pela pele. O calor e a ausência de luz solar também propicia a proliferação de alguns fungos que podem causar assaduras.

Como prevenir as assaduras?

A principal dica é manter a pele do bebê sempre sequinha. Para isso, as fraldas devem ser trocadas periodicamente e sempre que o bebê faz cocô, e a limpeza da pele deve ser impecável. Passe sempre uma fina camada de pomada contra assaduras à base de óxido de zinco nas dobrinhas, mas evite talcos.
como evitar assaduras nos bebes
Não apertar demais as fraldas ajuda a circular um pouco de ar e preferir água morna e algodão aos lenços umedecidos também (caso você use lenços, procure sempre verificar se a pele do bebê está bem seca).
Deixar o bebê por alguns minutos sem fralda também é bom, se possível.
Evite colocar amaciante nas roupas do bebê.

Dá pra saber com certeza de que meu filho está assado?

Sim. Em assaduras comuns, partes da pele que ficam cobertas pela fralda vão ficar aparentemente vermelhas e irritadas. Quando não são devidamente tratadas ou quando a pele é realmente muito sensível, alguns casos podem evoluir para erupções e talvez sangramentos, infecções bacterianas, micoses ou candidíase.
No calor assaduras podem surgir fora da área coberta pela fralda ou com mais frequência.

Fralda descartável x fralda de pano

protetor de assadurasAs fraldas descartáveis costumam ser mais absorventes e facilitam muita coisa sob a perspectiva de que não é necessário trocá-las tanto quanto as de pano, nem lavá-las várias vezes. Em contraposição, as de panos são mais arejadas e são menos propensas a causar irritações, caso sejam trocadas frequentemente.

Como se tratam assaduras?

Nos casos mais comuns, o tratamento consiste em, nos banhos, lavar bem a região com água morna e sabão neutro e trocar as fraldas com mais frequência. Deixar o bebê sem fralda por alguns momentos por dia pode ajudar a cicatrizar, por exemplo, antes das 11h ou depois das 16h pra tomar um pouco de sol. Às vezes pode ser bom trocar de marca de fralda e aumentar um pouquinho a quantidade de pomada nas regiões afetadas.
Se depois de dois dias de tratamento comum a assadura não tiver melhorado ou tiver piorado, consulte um médico, pois pode ser algum outro tipo de infecção causada por algum tipo de fungo ou bactéria, então ele poderá recomendar alguma medicação específica.
Não utilize pomadas que contenham corticoides sem indicação médica.

Amamentação torna as crianças mais inteligentes

QI mais alto30/07/2013 | 12h14
Estudo reforça a importância do leite materno até um ano de idade
Amamentação torna as crianças mais inteligentes Carin Araujo/stock.xchng
Foto: Carin Araujo / stock.xchng
Quanto mais tempo as mães amamentam, mais inteligentes ficam seus filhos. Essa é a essência de um novo estudo realizado nos EUA, que explorou a relação entre a duração da amamentação e as habilidades cognitivas apresentadas pelas crianças mais tarde na vida.
O estudo concluiu que amamentar o máximo que a mãe puder, por pelo menos até a criança completar um ano de idade, aumenta o QI dos bebês.
Para o estudo, publicado pelo JAMA Pediatrics, os pesquisadores acompanharam mais de 1,3 mil mães e crianças. Eles descobriram que a maior duração da amamentação foi associada com melhores competências linguísticas na idade da criança aos três anos, e melhorou a inteligência verbal e não-verbal aos sete anos, em comparação com as crianças que estavam sendo alimentadas de outras formas.
"Essas descobertas apoiam as recomendações nacionais e internacionais para promover a amamentação exclusiva por seis meses de idade e continuar a amamentação até pelo menos um ano de idade", concluem os autores do estudo.
O estudo se baseia em pesquisas anteriores que também descobriram que crianças amamentadas mostraram melhora no desenvolvimento do cérebro em comparação a bebês alimentados através de outras fontes de leite ou comida.

Um estudo de 2010 da Universidade de Oxford, por exemplo, descobriu que menos de quatro semanas de amamentação em um bebê recém-nascido teve efeitos significativos e de longo prazo sobre o desenvolvimento cognitivo na vida dele mais tarde. Depois de acompompanhar as crianças até os 14 anos, os cientistas descobriram que as notas em leitura, escrita e matemática foram notavelmente maiores em crianças amamentadas, se comparadas às que não recebiam leite materno.